Publicitária do PT liga Careca do INSS a empresa suspeita de movimentar R$ 371 milhões A publicitária Danielle Miranda Fonteles, que já prestou serviços para campanhas eleitorais do Partido dos Trabalhadores (PT), incluindo a campanha presidencial de Dilma Rousseff em 2010, passou a ser citada nas investigações da CPMI do INSS, que apura um esquema...
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Publicado em: Por: São Luís Notícia
Sentimento por Entidade:
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PT
O partido é mencionado no contexto de uma publicitária que prestou serviços para campanhas eleitorais, incluindo a de Dilma Rousseff, e que agora é citada em investigações de um esquema financeiro. A associação, embora não direta de culpa, sugere uma ligação com o ambiente investigado.
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Dilma Rousseff
É mencionada como a candidata cuja campanha presidencial de 2010 contou com os serviços da publicitária Danielle Miranda Fonteles, que agora é citada em investigações. A menção é factual, mas a associação com a publicitária investigada confere um leve tom negativo ao contexto.
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Danielle Miranda Fonteles
É apresentada como uma publicitária ligada ao PT e citada em investigações da CPMI do INSS, com pagamentos suspeitos de R$ 200 mil e relações empresariais fora do Brasil. Embora ela negue conhecimento da Spyder e explique o pagamento como venda de imóvel, o contexto investigativo e as conexões apontadas geram um forte sentimento negativo em relação a ela no texto.
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CPMI do INSS
A CPMI é o palco das investigações e a fonte das informações divulgadas. Sua menção é factual e ligada à apuração de irregularidades, o que lhe confere um papel neutro, mas com uma conotação positiva por estar buscando esclarecer os fatos.
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Andrezza Matais
É mencionada como a jornalista cuja coluna no site Metrópoles apurou as informações. Sua menção é factual e atribui a origem da notícia a uma fonte jornalística, sem juízo de valor sobre ela.
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Metrópoles
É o site onde a coluna da jornalista Andrezza Matais publicou as informações apuradas. A menção é factual e indica a fonte da notícia, sem atribuir sentimentos à empresa.
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Antônio Carlos Camilo Antunes
Conhecido como 'Careca do INSS', é apontado como figura central de um esquema milionário e suas empresas (Dinar S/A Participações, Arpar) são citadas como estruturas utilizadas no esquema. A defesa dele não se manifestou. A descrição como figura central de um esquema gera um forte sentimento negativo.
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INSS
O órgão é o contexto das investigações sobre descontos irregulares em benefícios de aposentados. A menção está diretamente ligada a um esquema que prejudica aposentados e pensionistas, conferindo um tom negativo ao órgão como vítima ou palco do esquema.
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Coaf
É mencionado como o órgão cujos relatórios identificaram o pagamento suspeito. Sua função é a de órgão de controle financeiro, o que o torna uma fonte factual na investigação, sem julgamento de valor sobre ele.
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Spyder Consultoria
É descrita como uma empresa investigada por suspeita de ser de fachada, com movimentação financeira atípica milionária, sem atuação conhecida no mercado e sem site ou redes sociais. Seu registro recente e capital social baixo contrastam com a grande movimentação, indicando forte suspeita de ilicitude.
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Junta Comercial de São Paulo
É o órgão onde a Spyder Consultoria foi registrada. A menção é factual e indica o procedimento administrativo de registro da empresa.
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Receita Federal
É mencionada como o órgão onde a Spyder Consultoria está cadastrada e como fonte de dados enviados à CPMI. Sua participação é de órgão público que fornece informações para a investigação, sendo um papel neutro.
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BNDES
É citado pelos critérios utilizados para enquadrar a Spyder Consultoria como empresa de grande porte devido ao volume de sua movimentação financeira. A menção é para contextualizar a análise financeira, sem juízo de valor sobre o BNDES.
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Dinar S/A Participações
É apontada como uma das estruturas utilizadas no esquema, ligada ao 'Careca do INSS', e que recebeu recursos da Arpar. Sua descrição como parte de um esquema gera um sentimento negativo.
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Arpar
É descrita como uma empresa pertencente ao 'Careca do INSS' e que enviou milhões de reais para a Dinar S/A Participações, sendo, portanto, parte do esquema investigado. O sentimento é negativo devido à sua ligação com o esquema.
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Confederação Brasileira dos Trabalhadores de Pesca e Aquicultura
É mencionada como outra entidade investigada na apuração e que enviou recursos para a Dinar S/A Participações. Sua inclusão nas investigações confere um sentimento negativo.
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Porto Seguro
É o local onde Danielle Fonteles afirma que o pagamento de R$ 200 mil foi referente à venda de um imóvel. A menção é factual e contextualiza a defesa da publicitária.
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Bahia
É o estado onde se localiza Trancoso, distrito de Porto Seguro, mencionado na explicação de Danielle Fonteles sobre a origem do dinheiro. A menção é factual.
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Polícia Federal
É mencionada como a responsável pelas apurações sobre relações empresariais de Danielle Fonteles com o 'Careca do INSS' fora do Brasil, incluindo negócios em Portugal. Sua atuação é de órgão de investigação, sendo um papel neutro.
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Portugal
É o país onde Danielle Fonteles manteve relações empresariais com o 'Careca do INSS' em negócios de cannabis medicinal. A menção é factual e contextualiza as apurações da Polícia Federal.
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Sentimento Geral
O texto apresenta um tom predominantemente negativo, detalhando investigações sobre um esquema financeiro ilícito envolvendo movimentações milionárias, empresas suspeitas e figuras ligadas a partidos políticos e a um órgão público. A narrativa foca em irregularidades e suspeitas.
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