O Supremo Tribunal Federal condenou os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão a 76 anos e 3 meses de prisão por planejarem e mandarem matar a vereadora Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes, em março de 2018, no Rio de …
Ler notícia completa no site do autor ↗️STF condena irmãos Brazão a 76 anos por assassinato de Marielle Franco e determina R$ 7 milhões em indenizações às famílias das vítimas e perda de cargos públicos
Publicado em: Por: Suêlda Santos
Sentimento por Entidade:
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Supremo Tribunal Federal
O STF é retratado como o órgão que proferiu a decisão final e justa, condenando os culpados. A unanimidade da decisão na Primeira Turma reforça a sua credibilidade e a solidez da condenação.
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Domingos Brazão
É um dos principais condenados, com pena de 76 anos e 3 meses por planejar e mandar matar Marielle Franco e Anderson Gomes. A menção à perda de cargo público e inelegibilidade reforça o caráter negativo.
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Chiquinho Brazão
É um dos principais condenados, com pena de 76 anos e 3 meses por planejar e mandar matar Marielle Franco e Anderson Gomes. A menção à perda de cargo público e inelegibilidade reforça o caráter negativo.
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Marielle Franco
É apresentada como vítima de um crime hediondo e de motivação política. A sua atuação é mencionada como contrária a interesses de milícias, e o crime é descrito como um que 'feriu o Brasil inteiro', conferindo-lhe um status de mártir e símbolo de luta.
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Anderson Gomes
É apresentado como vítima do mesmo crime que Marielle Franco, com sua família recebendo indenização. Sua morte é tratada com a mesma gravidade, embora Marielle receba um destaque maior devido à sua atuação política.
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Alexandre de Moraes
É o relator do caso e seu voto pela condenação foi seguido pelos demais ministros. Sua análise sobre a motivação política, misoginia e racismo do crime é destacada positivamente como um elemento crucial para a decisão.
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Cristiano Zanin
É mencionado como um dos ministros que acompanharam o voto do relator. Sua fala sobre a impunidade histórica de milícias contribui para o contexto do crime, mas não é o foco principal da análise de sua atuação.
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Cármen Lúcia
É mencionada como uma das ministras que acompanharam o voto do relator. Sua declaração de que o caso 'feriu o Brasil inteiro' reforça a gravidade do crime e a importância da decisão judicial.
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Flávio Dino
É mencionado como um dos ministros que acompanharam o voto do relator. Sua crítica às falhas nas investigações iniciais contribui para a narrativa de busca por justiça e resolução do caso.
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Ronald Paulo Alves Pereira
É condenado a 56 anos por duplo homicídio e tentativa de homicídio, com decretação de perda de função pública e inelegibilidade. Sua participação no crime é apresentada de forma negativa.
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Rivaldo Barbosa de Araújo Júnior
Embora absolvido do homicídio qualificado, foi condenado a 18 anos por corrupção passiva e obstrução de justiça, além de ter a perda de função pública decretada. Sua atuação em atrapalhar as investigações é retratada negativamente.
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Robson Calixto Fonseca
É condenado a 9 anos por organização criminosa e tem a perda de função pública decretada. Sua participação no crime, mesmo que em menor grau que os demais, é apresentada de forma negativa.
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Fernanda Chaves
É mencionada como uma das beneficiadas pela indenização de R$ 1 milhão, juntamente com sua filha. Sua condição de vítima é implícita, mas o foco não recai sobre ela.
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Procuradoria-Geral da República
É citada como a responsável por apontar a motivação política do assassinato, o que contribui para a contextualização e entendimento do crime.
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Sentimento Geral
O texto trata de uma condenação judicial severa em um caso de grande repercussão, com penas de prisão longas e indenizações significativas. O tom é predominantemente negativo em relação aos condenados e ao crime em si, destacando a gravidade dos atos e a busca por justiça.
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