A gestão de Eduardo Braide conseguiu mais uma vez o que não consegue no diálogo político: governar por canetada judicial. Em decisão proferida nesta quinta-feira (12), o desembargador Jorge Rachid…
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Publicado em: Por: Minard
Sentimento por Entidade:
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Eduardo Braide
A gestão de Eduardo Braide é retratada como incapaz de obter resultados através do diálogo político, recorrendo a 'canetadas judiciais' e ignorando o papel fiscalizador da Câmara Municipal.
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Jorge Rachid Mubárack Maluf
O desembargador é visto como o agente que 'atropela a trava dos vereadores' e libera o cofre da cidade, sendo parte de um governo que prefere 'o conforto dos gabinetes judiciais ao embate necessário da democracia parlamentar'.
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Douglas de Melo Martins
É mencionado como um juiz que tomou uma decisão anterior similar, sem que haja uma avaliação explícita de sua conduta no texto.
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Prefeitura de São Luís
É descrita como o 'Executivo' que tem 'vale-tudo' e 'sinal verde para movimentar milhões por meio de decretos, ignorando solenemente o papel fiscalizador da Câmara Municipal'.
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Câmara Municipal de São Luís
É apresentada como a instituição fiscalizadora que tem seu papel 'ignorado solenemente' e que sustenta que a definição do rito de tramitação é matéria 'interna corporis', defendendo sua autonomia.
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Graça Amorim
É mencionada como a desembargadora que determinou uma votação anterior, sem que haja uma avaliação explícita de sua conduta no texto.
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Supremo Tribunal Federal
É citado como a Corte que admite intervenção judicial mínima em casos de omissão persistente, sem uma carga sentimental direta no texto.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma visão predominantemente negativa sobre a forma como a gestão municipal de São Luís está operando, criticando o uso de decisões judiciais para contornar o processo legislativo e a falta de diálogo político.
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