Moraes, Dino e mais 4 ministros do STF receberam verbas acima do teto - John Cutrim
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Publicado em: Por: John Cutrim
Sentimento por Entidade:
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Alexandre de Moraes
É mencionado como o ministro que recebeu os maiores valores acima do teto, com mais de R$ 1 milhão líquido do MP-SP. O texto também destaca que ele é relator de recursos sobre simetria entre Ministério Público e Judiciário e que solicitou informações sobre penduricalhos, o que pode ser interpretado como uma tentativa de justificar ou contextualizar sua própria situação.
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STF
A instituição é apresentada como palco de decisões contrárias ao pagamento de supersalários, mas seus ministros receberam verbas acima do teto, o que causa uma contradição e prejudica a imagem do órgão.
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Flávio Dino
É citado como um dos ministros que receberam verbas acima do teto, apesar de ter sido autor de liminares que barraram supersalários. O texto detalha que ele recebeu valores acima do teto já no cargo no STF e também enquanto era governador do Maranhão, ambos por causa de verbas retroativas.
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Gilmar Mendes
Assim como Dino, é mencionado como autor de liminares que barraram supersalários e, ao mesmo tempo, recebeu verbas acima do teto. O texto aponta que ele embolsou mais de R$ 880 mil pagos pelo MPF desde 2019 e liberou o pagamento de penduricalhos retroativos, gerando uma percepção de incoerência.
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Luiz Fux
É listado entre os ministros que receberam verbas extras, mas sem detalhes específicos sobre os valores ou o contexto, o que o coloca em uma posição neutra a levemente negativa devido à associação com os demais.
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Kassio Nunes Marques
É mencionado como um dos ministros que receberam verbas extras, com o detalhe de ter recebido mais de R$ 277 mil do TRF-1 em novembro de 2020, mesmo mês em que tomou posse no STF. Isso sugere uma situação irregular ou, no mínimo, questionável.
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André Mendonça
É listado entre os ministros que receberam verbas extras, com o texto detalhando que recebeu R$ 175,3 mil desde janeiro de 2022, sendo o maior valor em janeiro de 2025 por honorários retroativos.
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Folha
A 'Folha' é apresentada como o veículo que realizou o levantamento, o que confere um tom positivo ao seu papel de informar e investigar.
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Ministério Público
O Ministério Público é mencionado como uma das fontes de verbas (honorários de sucumbência) que contribuíram para o recebimento de valores acima do teto por alguns ministros, além de ser o órgão onde alguns deles atuaram anteriormente. O contexto é de investigação sobre pagamentos, o que gera uma neutralidade com leve viés negativo devido à associação com os supersalários.
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AGU
A AGU é citada como uma das bases de dados consultadas pela reportagem e como o órgão onde Dias Toffoli atuou, recebendo honorários de sucumbência. A associação com o tema dos supersalários confere um tom levemente negativo.
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MP-SP
É mencionado como o órgão do qual Alexandre de Moraes recebeu mais de R$ 1 milhão líquido, contribuindo para a percepção negativa sobre o recebimento de verbas acima do teto.
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Cármen Lúcia
É mencionada como procuradora de estado, e a reportagem não identificou penduricalhos pagos a ela no período analisado, o que a coloca em uma posição neutra.
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Edson Fachin
É mencionado como presidente da corte e procurador de estado, e a reportagem não identificou penduricalhos pagos a ele no período analisado, o que o coloca em uma posição neutra.
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Dias Toffoli
É mencionado como advogado-geral da União, e a reportagem não identificou penduricalhos pagos a ele no período analisado, o que o coloca em uma posição neutra.
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Cristiano Zanin
É mencionado que ele nunca foi concursado e, portanto, não teria direito a esses adicionais, o que o isenta da crítica e o coloca em uma posição neutra.
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TRF-1
É mencionado como o órgão do qual Flávio Dino e Kassio Nunes Marques receberam verbas retroativas, o que os associa ao tema dos supersalários.
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MPF
É mencionado como o órgão do qual Gilmar Mendes embolsou mais de R$ 880 mil pagos desde 2019, associando-o ao recebimento de verbas acima do teto.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma investigação jornalística que revela o recebimento de verbas acima do teto constitucional por ministros do STF, o que gera uma percepção negativa geral sobre a conduta desses indivíduos e a instituição.
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