Um novo mapeamento de territórios quilombolas na região amazônica foi apresentado, nesta terça-feira (18), na COP30, em Belém, pelo ISA, Instituto Socioambiental, e pela Conaq, Coordenação Nacional das Comunidades Negras Rurais Quilombolas. Segundo o estudo, os 632 territórios quilombolas registrado
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Publicado em: Por: Portal Babaçu
Sentimento por Entidade:
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COP30
A COP30 é mencionada como o palco para a apresentação de um estudo relevante sobre a preservação ambiental, o que confere um tom neutro, mas de importância ao evento no contexto da discussão climática.
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Belém
Belém é mencionada apenas como o local de apresentação do estudo, sem que haja qualquer conotação positiva ou negativa associada à cidade.
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ISA
O ISA é apresentado como o responsável, juntamente com a Conaq, por um mapeamento que revela dados positivos sobre a preservação ambiental, conferindo-lhe um papel de destaque e credibilidade na divulgação de informações importantes.
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Instituto Socioambiental
O Instituto Socioambiental é apresentado como o responsável, juntamente com a Conaq, por um mapeamento que revela dados positivos sobre a preservação ambiental, conferindo-lhe um papel de destaque e credibilidade na divulgação de informações importantes.
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Conaq
A Conaq é apresentada como uma das organizadoras do mapeamento que destaca a importância dos quilombos na preservação ambiental, conferindo-lhe um papel positivo e de representatividade para as comunidades.
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Coordenação Nacional das Comunidades Negras Rurais Quilombolas
A Coordenação Nacional das Comunidades Negras Rurais Quilombolas é apresentada como uma das organizadoras do mapeamento que destaca a importância dos quilombos na preservação ambiental, conferindo-lhe um papel positivo e de representatividade para as comunidades.
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Incra
O Incra é mencionado em comparação com os dados do estudo, que mostram uma área de territórios quilombolas significativamente maior do que a registrada pelo órgão. Essa comparação, embora não seja uma crítica direta, sugere que os dados oficiais do Incra podem estar defasados ou incompletos, o que confere um tom levemente negativo.
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Chagas Souza
Chagas Souza, como assessor técnico da Conaq, é citado destacando a importância do estudo para dar visibilidade ao papel dos quilombolas na preservação ambiental. Sua fala reforça a mensagem positiva do texto.
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Fundação Cultural Palmares
A Fundação Cultural Palmares é mencionada como o órgão que deveria emitir a certificação para os quilombos, mas o estudo aponta que 49% deles não a possuem. Além disso, a perda florestal é maior em quilombos não certificados. Isso sugere uma falha ou lentidão no processo de certificação, conferindo um tom negativo ao órgão nesse contexto.
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Antonio Oviedo
Antonio Oviedo, pesquisador do Instituto Sociambiental, é apresentado como um dos que ressaltam a contribuição do estudo e a importância dos quilombolas para a proteção das florestas. Sua fala reforça a mensagem positiva do texto.
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Douglas Castro
Douglas Castro, da comunidade quilombola Santa Tereza de Matupiri, reforça a importância do reconhecimento e titulação das áreas quilombolas, destacando as ameaças que enfrentam. Sua fala contribui para a urgência e a mensagem positiva de reconhecimento.
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Santa Tereza de Matupiri
Santa Tereza de Matupiri é mencionada como a comunidade de origem de Douglas Castro, sem que haja qualquer conotação específica para o local em si.
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Amazonas
O Amazonas é mencionado como o estado de origem de Douglas Castro, sem que haja qualquer conotação específica para o estado em si.
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Sentimento Geral
O texto tem um tom predominantemente positivo ao destacar o papel crucial dos quilombolas na preservação ambiental, apresentando dados que reforçam essa contribuição. Há uma forte mensagem de reconhecimento e urgência na titulação das terras, o que aponta para uma perspectiva construtiva e de esperança em relação às ações futuras.
- Muito Positivo
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