A CPI do Crime Organizado volta a se reunir após o carnaval e pode votar uma série de requerimentos relacionados ao Banco Master, entre eles requer...
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Publicado em: Por: Programa Falando Sério
Sentimento por Entidade:
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CPI do Crime Organizado
A CPI é o foco da notícia, e o texto descreve suas ações e pautas de forma informativa, sem emitir juízo de valor sobre ela.
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Dias Toffoli
O ministro é citado em um contexto de convocação para CPI, com menções a investigações sobre fraudes financeiras e sua participação em uma empresa ligada ao Banco Master. Há também a informação de que ele deixou a relatoria de um inquérito no STF sobre o Banco Master, o que pode ser interpretado como um desdobramento negativo.
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Alexandre de Moraes
O ministro é mencionado em relação a convites para a CPI, com a justificativa de que ele teria realizado contatos com o Banco Central sobre o Banco Master, enquanto sua esposa mantinha contrato com a instituição. A menção é mais contextual e menos direta que a de Toffoli.
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Banco Master
O Banco Master é o centro das investigações da CPI, com menções a fraudes financeiras, lavagem de dinheiro, PCC e ocultação de patrimônio, o que confere um forte tom negativo à instituição.
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Viviane Barci de Moraes
É citada em relação a um contrato de prestação de serviços advocatícios de 'elevado valor econômico' com o Banco Master, o que a coloca em um contexto de investigação e potencial conflito de interesses, especialmente por ser esposa de Alexandre de Moraes.
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Alessandro Vieira
É mencionado como relator da CPI e apresentador de um pedido de convocação de Dias Toffoli, agindo dentro de suas funções. O texto não emite juízo sobre sua atuação.
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Magno Malta
É citado como um dos senadores que apresentaram o pedido de convocação de Dias Toffoli e como autor de um requerimento sobre o Resort Tayayá, atuando dentro de suas funções parlamentares.
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Carlos Portinho
É citado como um dos senadores que apresentaram o pedido de convocação de Dias Toffoli, atuando dentro de suas funções parlamentares.
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Eduardo Girão
É citado como apresentador de um pedido de convocação de Dias Toffoli e de um requerimento para convite a Viviane Barci de Moraes, atuando dentro de suas funções parlamentares.
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Metrópoles
O portal é citado como fonte de uma reportagem que embasa um dos argumentos para a convocação de Dias Toffoli, sendo uma menção informativa.
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Polícia Federal
É mencionada pela apresentação de um relatório que cita Toffoli em conversas, e pela condução da Operação Carbono Oculto. O órgão atua no contexto da investigação.
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Daniel Vorcaro
É identificado como dono do Master e citado em conversas relacionadas ao resort Tayaya e à lavagem de dinheiro ligada ao PCC. Sua figura está diretamente associada a atividades ilícitas.
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Fabiano Zettel
É descrito como cunhado de Daniel Vorcaro e 'contador informal' do banqueiro, o que o insere no contexto das investigações e potenciais atividades ilícitas.
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STF
É mencionado como o tribunal onde Dias Toffoli é ministro e onde ele relatava um inquérito sobre o Banco Master. O órgão é citado em um contexto institucional.
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BRB
É mencionado como um banco ao qual o Banco Master tentou ser vendido, no contexto de um inquérito no STF. A menção é institucional.
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Banco Central do Brasil
É citado em relação a contatos realizados por Alexandre de Moraes sobre o Banco Master. O órgão atua em um contexto de regulação financeira.
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Rui Costa
É mencionado como ministro-chefe da Casa Civil da Presidência da República e incluído na pauta de convites da CPI, sem que haja juízo de valor sobre ele.
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Guido Mantega
É mencionado como ex-ministro contratado para atuar no conselho consultivo do Banco Master, inserido no contexto das investigações.
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Paulo Humberto Barbosa
É citado como advogado a ser convocado pela CPI, sem que haja juízo de valor sobre ele.
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Mario Umberto Degani
É citado como primo de Dias Toffoli, fundador do Tayayá Resort e ex-acionista, inserido no contexto das investigações sobre o resort.
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José Eugênio
É citado como irmão de Dias Toffoli e ex-acionista do Tayayá Resort, inserido no contexto das investigações.
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José Carlos Dias Toffoli
É citado como irmão de Dias Toffoli e ex-acionista do Tayayá Resort, inserido no contexto das investigações.
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Ministério Público do Paraná
É mencionado como um dos órgãos a serem convidados para prestar esclarecimentos sobre o caso do resort Tayayá.
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Polícia Civil do estado
É mencionada como um dos órgãos a serem convidados para prestar esclarecimentos sobre o caso do resort Tayayá.
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Augusto Ferreira Lima
É citado como ex-CEO e sócio do Banco Master e como figura cujos registros de entrada e saída na Câmara dos Deputados são solicitados, inserido no contexto das investigações.
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Alberto Félix de Oliveira Neto
É citado como superintendente-executivo de Tesouraria do Banco Master, inserido no contexto das investigações.
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Luiz Antônio Bull
É citado como ex-diretor de Riscos, Compliance, RH, Operações e Tecnologia do Banco Master, inserido no contexto das investigações.
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Ângelo Antônio Ribeiro da Silva
É citado como sócio do Banco Master, inserido no contexto das investigações.
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Marcos do Val
É citado como um dos senadores que apresentaram requerimentos para convocação de sócios do Banco Master e como autor de uma justificativa sobre a participação do Banco Master na SAF do Atlético de Minas Gerais, atuando dentro de suas funções parlamentares.
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Ministério Público de São Paulo
É mencionado pela condução da Operação Carbono Oculto, que identificou estruturas financeiras ligadas a Daniel Vorcaro e sócios para lavagem de dinheiro do PCC.
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PCC
A facção criminosa é diretamente associada à lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e uso de empresas de fachada, o que confere um forte tom negativo.
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Faria Lima
É mencionada como um polo de operadores financeiros envolvidos em transações que poderiam estar ligadas à lavagem de dinheiro do PCC.
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Clube Atlético-MG
É mencionado como um clube cujas transações poderiam estar envolvidas com lavagem de dinheiro ligada ao PCC, através da SAF do Atlético de Minas Gerais.
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SAF do Atlético de Minas Gerais
É mencionada como o veículo através do qual o Banco Master (via FIP Galo Forte) adquiriu participação, com recursos sob investigação por possível lavagem de dinheiro.
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FIP Galo Forte
É mencionado como o fundo através do qual o Banco Master adquiriu participação na SAF do Atlético de Minas Gerais, inserido no contexto de investigação de origem dos recursos.
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Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf)
É mencionado como órgão ao qual se pede envio de Relatório de Inteligência Financeira, atuando em seu papel de controle financeiro.
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Diretoria-Geral do Senado
É mencionada como órgão ao qual se solicita informações sobre registros de entrada e saída de Augusto Ferreira Lima, atuando em um contexto administrativo.
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Agência Nacional de Aviação Civil (Anac)
É mencionada como órgão ao qual se solicita informações sobre ativos aeronáuticos vinculados a Daniel Vorcaro e ao Banco Master, atuando em seu papel de regulação.
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Viking Participações S.A.
É mencionada como empresa vinculada a ativos aeronáuticos sob investigação, inserida no contexto das apurações.
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Ministério dos Transportes
É mencionado como órgão ao qual se solicitam informações, atuando em um contexto institucional.
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Tomás Miguel Ribeiro Paiva
É citado como comandante do Exército a ser convidado a prestar esclarecimentos à comissão, inserido no contexto de convocações de autoridades.
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Danilo Lovisaro do Nascimento
É citado como procurador-geral do Ministério Público do Acre e presidente do GNCOC, a ser convidado pela CPI, inserido no contexto de convocações de autoridades.
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Thiego Raimundo dos Santos Silva
Conhecido como TH Joias, é indiciado pela Polícia Federal por crimes graves ligados a facções, preso por intermediar compra e venda de armas e favorecimento ao Comando Vermelho. Seu negócio de joias é apontado como possível fachada para lavagem de dinheiro.
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Comando Vermelho
É diretamente associado a crimes graves, como intermediar compra e venda de armas e favorecimento a facções criminosas, o que confere um forte tom negativo.
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TH Joias
É o nome pelo qual Thiego Raimundo dos Santos Silva é conhecido, e seu negócio é apontado como possível fachada para lavagem de dinheiro, associando-o a atividades ilícitas.
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Poder público
É mencionado no contexto da ameaça representada pela infiltração do crime organizado no poder público, indicando uma fragilidade ou corrupção.
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Rio de Janeiro
É mencionado como o estado onde a Polícia Federal do Rio de Janeiro indiciou Thiego Raimundo dos Santos Silva.
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Paraná
É mencionado como o estado onde está localizado o resort Tayaya, inserido no contexto das investigações.
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Sentimento Geral
O texto é predominantemente neutro, apresentando informações sobre os procedimentos de uma CPI. No entanto, a natureza das investigações (crimes, lavagem de dinheiro, envolvimento de figuras públicas) e as citações a investigações e indiciamentos conferem um tom ligeiramente negativo.
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