Alexandre de Moraes lidera repasses e soma mais de R$ 1 milhão em pagamentos retroativos desde 2019 Levantamento da Folha de S. Paulo, com base em dados do Judiciário, do Ministério Público e da Ad…
Ler notícia completa no site do autor ↗️Faça o que eu digo e não o que eu faço??? Seis ministros do STF receberam acima do teto com penduricalhos
Publicado em: Por: Caio Hostilio
Sentimento por Entidade:
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Alexandre de Moraes
É explicitamente mencionado como o líder em valores de pagamentos extras, recebendo mais de R$ 1 milhão, o que o coloca em uma posição de destaque negativo na reportagem.
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STF
O órgão é o centro da crítica, pois seus ministros são os beneficiários dos pagamentos extras acima do teto, o que contrasta com a função de fiscalização da legalidade e constitucionalidade.
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Folha de S. Paulo
A menção à Folha de S. Paulo é neutra, pois o jornal é citado como a fonte do levantamento, sem juízo de valor sobre sua atuação.
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Judiciário
O Judiciário é apresentado como a origem dos dados e o contexto onde os pagamentos extras ocorreram, associando-o implicitamente ao problema.
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Ministério Público
Assim como o Judiciário, é mencionado como fonte de dados e como órgão que efetuou pagamentos retroativos, associando-o ao contexto negativo.
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Advocacia-Geral da União
Citada como fonte de dados, sua menção é neutra, mas o contexto geral da reportagem pode gerar uma leve percepção negativa por associação.
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Flávio Dino
É destacado por ter recebido valores acima do teto, especialmente por retroativos, e por ser autor de decisões que barraram supersalários, criando uma contradição que o prejudica na narrativa.
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Gilmar Mendes
Assim como Flávio Dino, é apontado por receber valores acima do teto e por ter decisões contra supersalários, gerando uma percepção negativa pela contradição.
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Luiz Fux
É mencionado como um dos ministros que receberam valores inflados acima do teto, o que contribui para a percepção negativa geral.
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Kassio Nunes Marques
É listado entre os ministros com valores inflados acima do teto, recebendo mais de R$ 277 mil em retroativos, o que gera um sentimento negativo.
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André Mendonça
É citado por acumular R$ 175,3 mil em pagamentos retroativos acima do teto, o que contribui para a percepção negativa.
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Ministério Público de São Paulo
É o órgão que efetuou pagamentos retroativos a Alexandre de Moraes, associando-o ao contexto de pagamentos acima do teto.
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Ministério Público Federal
É o órgão que pagou valores retroativos a Gilmar Mendes, associando-o ao contexto de pagamentos acima do teto.
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TRF-1
É a origem dos valores recebidos por Kassio Nunes Marques, associando-o ao contexto de pagamentos acima do teto.
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Cármen Lúcia
É mencionada como uma das ministras que não tiveram pagamentos extras identificados, o que a diferencia positivamente dos demais citados.
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Edson Fachin
É mencionado como um dos ministros que não tiveram pagamentos extras identificados, o que o diferencia positivamente dos demais citados.
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Dias Toffoli
É citado como um dos ministros que não tiveram pagamentos extras identificados, o que o diferencia positivamente dos demais citados.
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Cristiano Zanin
É mencionado como alguém sem histórico de servidor concursado e sem direito a esses adicionais, o que o isenta da crítica.
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Claudio Dantas
É o autor da reportagem, sua menção é neutra, apenas identificando a autoria.
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Sentimento Geral
O texto apresenta uma forte conotação negativa ao expor que ministros do STF, incluindo aqueles que tomaram decisões contra supersalários, receberam valores acima do teto constitucional por meio de pagamentos retroativos. A crítica implícita de hipocrisia e a exposição de valores elevados geram um sentimento geral negativo.
- Muito Positivo
- Positivo
- Neutro
- Negativo
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